A folha semanal da obra, montada pela lista de presença
Folha de pagamento da obra por diária ou por empreitada, com meia diária, sem redigitar em planilha.
Mão de obra e folha monta a folha de pagamento semanal da obra a partir da lista de presença da equipe. Cada trabalhador recebe por diária (dia) ou por empreitada (produção), com meia diária quando for o caso, e o custo de mão de obra é ligado aos itens do orçamento de cada obra. A folha é calculada por trabalhador e por equipe, e fica guardada com o histórico semanal.
| Trabalhador | Função | Dias | Regime | A pagar |
|---|---|---|---|---|
| JMJosé Martínez | Mestre de obras | 6 | Diária | $3,180 |
| PRPedro Ruiz | Pedreiro | 5.5 | Diária | $2,145 |
| LGLuis Gómez | Oficial | 6 | Empreitada | $2,760 |
| MSMiguel Sández | Servente | 6 | Diária | $1,890 |
| EDEquipe de acabamento | 3 pessoas | — | Empreitada | $8,400 |
Qual problema resolve
Hoje a folha é montada no sábado, na mão: listas em papel, mensagens de WhatsApp e uma planilha em que alguém redigita quem veio, quem faltou, quem fez meia diária e quem recebe por empreitada. As somas são feitas manualmente, os erros são pagos em dinheiro e, quando é preciso saber quanto a mão de obra custou em cada item do orçamento, esse número simplesmente não existe.
Como funciona
Parte da lista de presença
Cada semana começa pela lista de presença da equipe: quem veio, quem faltou e quem fez meia diária ou dia inteiro.
Escolha diária ou empreitada
Por trabalhador você define se recebe por diária (dia) ou por empreitada (produção), e o Matterial monta a folha com essa base.
Ligue o custo ao item
O custo de mão de obra é atribuído aos itens do orçamento, para pesar no controle de custos como qualquer outro insumo.
Feche a semana
Você obtém a folha pronta por trabalhador e por equipe, e ela fica guardada no histórico semanal da obra.
O que inclui
- Folha semanal por diária (dia) ou por empreitada
- Meia diária e dia inteiro tirados da lista de presença
- Custo de mão de obra ligado aos itens do orçamento
- Visão da folha por trabalhador e por equipe
- Histórico semanal de folhas, obra por obra
- Montada pela presença, sem redigitar em uma planilha à parte
A folha da obra, por dentro
Diária e empreitada: duas formas de pagar que cabem na mesma folha
Na obra quase nunca se paga de uma única forma. Ao pedreiro e ao servente você paga por diária — um valor por dia trabalhado —, enquanto a quem assenta piso, levanta parede ou faz o reboco você paga por empreitada, conforme o avanço deixado: metros quadrados de reboco, metros de contrapiso, peças assentadas. A mesma equipe combina as duas bases em uma única semana, e é isso que torna tão pesado montar a folha na mão.
Mão de obra e folha guarda, para cada trabalhador, se ele recebe por diária ou por empreitada. Na diária, a base é o dia: a folha pega da lista de presença quantos dias inteiros e quantas meias diárias ele fez e calcula o proporcional sem que ninguém ajuste valores na mão. Na empreitada, a base é o avanço: paga-se pela quantidade de obra executada ao preço combinado com o empreiteiro.
No fechamento da semana, a folha da equipe soma os dois esquemas em um mesmo cálculo, sem manter planilhas separadas nem conciliar duas listas que quase nunca batem. Quem recebe por dia e quem recebe por produção aparecem na mesma folha, cada um com sua base, e o total sai de um único lugar.
- Por diária: paga-se por dia trabalhado, com meia diária ou dia inteiro tirado da lista de presença.
- Por empreitada: paga-se pelo avanço executado, ao preço combinado por unidade de obra.
- Cada trabalhador fica marcado com sua base de pagamento, e você pode misturá-las dentro da mesma equipe.
- A folha da semana soma diária e empreitada em um único cálculo, não em duas planilhas à parte.
A folha começa pela lista de presença, não por redigitar no sábado
O erro mais caro da folha não está na soma final, está na digitação: no sábado alguém passa a lista de papel e as mensagens de WhatsApp para uma planilha, e é aí que entra o dia que não houve, a meia diária contada como inteira ou o nome que foi pulado. Tudo o que se redigita na mão é pago em dinheiro, e uma vez que o dinheiro saiu não dá mais para corrigir.
Aqui a folha não parte de uma planilha nova: parte da lista de presença que a equipe já registrou durante a semana. Quem veio, quem faltou e quem fez meia diária ou dia inteiro já está registrado dia a dia, então montar a folha é fechar a semana sobre essa presença, não capturá-la de novo. A presença é a fonte; a folha é a sua consequência.
Por isso a meia diária deixa de ser um ajuste manual. Se a lista de presença marca meia diária, a diária proporcional é calculada sozinha; se marca falta, aquele dia não entra. Não é preciso lembrar de descontar nada no fim da semana porque o desconto já está implícito no que foi registrado a cada dia.
- A folha é fechada sobre a lista de presença da semana, sem abrir uma planilha à parte.
- Meia diária e dia inteiro já vêm marcados a partir da presença diária.
- A meia diária é calculada como diária proporcional, sem ajustar valores na mão.
- Uma falta não entra na folha: o desconto já está no registro do dia.
O custo de mão de obra cai no item do orçamento, não numa despesa solta
Em um orçamento de obra a mão de obra é um insumo do item, igual ao material: o reboco tem seu custo de argamassa e seu custo de quem o executa; a fundação tem seu aço, seu concreto e suas diárias. Mas quando a folha é feita numa planilha à parte, esse custo de mão de obra vira uma despesa global de folha que ninguém sabe a qual item lançar, e o controle de custos fica capenga justamente na metade que mais varia.
Mão de obra e folha liga o custo de cada folha aos itens do orçamento da obra. As diárias da equipe de fundação pesam no item de fundação; a empreitada do reboco pesa no item de alvenaria. Assim a mão de obra aparece no controle de custos junto com os materiais e as compras, e não como um bloco de folha que se paga toda semana sem saber em que foi gasto.
Isso fecha a lacuna entre o avanço físico e o avanço financeiro. Se um item já consumiu seu orçamento de mão de obra mas o avanço executado não bate com o que foi pago, isso aparece no custo do item, e não só no fechamento do fim do mês. A folha deixa de ser apenas o que se paga no sábado e passa a ser um dado de custo da obra.
- O custo de cada folha é atribuído aos itens do orçamento da obra.
- A mão de obra pesa no controle de custos como mais um insumo, junto com materiais e compras.
- Diárias e empreitada caem no item que lhes corresponde, não numa despesa global de folha.
- Você pode ver quanto a mão de obra custou por item, não só o total pago da semana.
Por trabalhador, por equipe e com histórico semanal por obra
A mesma folha é necessária em dois níveis. Na hora de pagar, importa o detalhe por trabalhador: quanto cabe a cada um conforme seus dias e sua empreitada. Para controlar a obra, importa o total por equipe e por semana: quanto a mão de obra desta frente está custando e como se compara com as semanas anteriores.
Mão de obra e folha monta as duas visões do mesmo cálculo. Por trabalhador você vê o detalhamento do que cada um recebe; por equipe você vê o total da frente na semana. E cada semana fica guardada no histórico da obra, então não se perde quando a próxima começa nem vive numa planilha que alguém arquivou no computador.
Esse histórico é o que permite olhar para trás com números e não de memória: quanto foi pago na semana passada, em quais itens esse custo caiu e como o gasto de mão de obra se moveu conforme a obra avançou. Quando alguém pergunta quanto já foi pago em uma frente, a resposta sai do registro semanal, não de remontar as planilhas de várias semanas.
- Visão por trabalhador para o pagamento, com o detalhamento de dias e empreitada de cada um.
- Visão por equipe para o controle, com o total da frente na semana.
- Cada semana fica guardada no histórico da obra, não numa planilha solta.
- O histórico permite revisar quanto foi pago e em quais itens caiu, semana a semana.
Montar a folha no Excel e no WhatsApp vs. com o Matterial
A folha quase sempre é montada no sábado entre listas de papel, mensagens e uma planilha. Veja a diferença em relação a fazer isso dentro do Matterial.
| Hoje (Excel e WhatsApp) | Com o Matterial | |
|---|---|---|
| Origem do dado | A lista de presença é redigitada na mão no sábado | A folha é fechada sobre a lista de presença da semana |
| Meia diária | O valor é ajustado na mão, e às vezes é contado como inteiro | Diária proporcional calculada sozinha a partir da presença |
| Diária e empreitada | Duas listas separadas que é preciso conciliar | Os dois esquemas somam na mesma folha |
| Cálculo do total | Somas na mão; o erro é pago em dinheiro | Calculado por trabalhador e por equipe |
| Custo por item | Fica como despesa global de folha, sem item | Ligado aos itens do orçamento da obra |
| Histórico | Planilhas soltas por semana, difíceis de comparar | Histórico semanal guardado, obra por obra |
| Versão da verdade | Cópias diferentes por WhatsApp e e-mail | Uma única folha guardada por obra |
Exemplo ilustrativo: a folha semanal de uma equipe
Números hipotéticos para mostrar como se monta uma folha que mistura diária, empreitada e meia diária. Não são tarifas de mercado nem um resultado prometido; os valores por dia e por unidade são inventados para o exemplo.
Exemplo ilustrativo, com tarifas inventadas. As diárias somam R$ 4.030 e caem no item de fundação; a empreitada do reboco (R$ 3.360) cai na alvenaria e a do contrapiso (R$ 2.800) no seu item. Assim a mesma folha de R$ 10.190 é paga por trabalhador e, ao mesmo tempo, é distribuída como custo de mão de obra nos itens do orçamento, em vez de ficar como um único bloco de folha.
Casos de uso
Na sexta ele fecha a folha da equipe de fundação direto da lista de presença da semana: o sistema pega os dias inteiros, a meia diária do pedreiro e a empreitada do reboco, e entrega o total por trabalhador sem que o residente remonte a planilha no sábado.
Antes de pagar, revisa a folha por trabalhador para saber quanto sai em dinheiro, e por equipe para saber quanto a mão de obra de cada frente pesou na semana e em quais itens esse custo caiu dentro do controle da obra.
Leva seus empreiteiros e seus diaristas na mesma folha: define quem recebe por produção e quem por dia, e no fechamento da semana tem o detalhamento de cada um e o histórico guardado para saber quanto já pagou por frente.
Para quem é
Funciona com o resto da Matterial
Guias para se aprofundar
Termos relacionados
Perguntas frequentes
O que é a folha de obra?
A folha é a folha de pagamento semanal da equipe: o que se paga a cada trabalhador pela semana trabalhada. No Matterial a folha é montada pela lista de presença, com cada trabalhador recebendo por diária (dia) ou por empreitada (produção), e fica guardada por trabalhador e por equipe no histórico da obra.
Qual é a diferença entre pagamento por diária e por empreitada?
Por diária paga-se um valor por dia trabalhado; por empreitada paga-se conforme o avanço executado, ao preço combinado por unidade de obra (metros de reboco, de contrapiso, peças assentadas). Por trabalhador você define qual base se aplica, e a folha da semana soma os dois esquemas em um mesmo cálculo.
Posso misturar diária e empreitada na mesma folha?
Sim. Por trabalhador você define se recebe por diária (dia) ou por empreitada (produção), e a folha da semana soma os dois esquemas em um único cálculo, sem manter planilhas separadas.
Como funciona a meia diária?
A lista de presença marca meia diária ou dia inteiro por trabalhador, e a folha calcula a diária proporcional automaticamente. Não é preciso ajustar os valores na mão.
Como se faz a folha de pagamento de uma obra de construção com o Matterial?
Ela é montada pela lista de presença da equipe: o sistema pega quem veio, quem faltou e quem fez meia diária, aplica a base de cada trabalhador (diária ou empreitada), calcula a folha por trabalhador e por equipe, liga o custo aos itens do orçamento e guarda a semana no histórico da obra. Não é preciso redigitar a presença em uma planilha à parte.
A folha é montada pela lista de presença?
Sim, essa é a ideia. A folha não parte de uma planilha nova, mas da lista de presença que a equipe já registrou durante a semana, então montar a folha é fechar a semana sobre essa presença, não capturá-la de novo. Por isso a meia diária e as faltas já estão contempladas.
Como o custo de mão de obra é ligado ao orçamento?
O custo de cada folha é atribuído aos itens do orçamento da obra, para que a mão de obra apareça no controle de custos junto com materiais e compras, e não como uma despesa solta que ninguém localiza.
Posso ver quanto a mão de obra custou por equipe ou por item?
Sim. A folha é vista por trabalhador para o pagamento e por equipe para o controle, e como o custo é ligado aos itens do orçamento, você pode ver quanto a mão de obra pesou em cada item, não só o total pago da semana.
Ele guarda o histórico de folhas semana a semana?
Sim. Cada semana fica registrada por trabalhador e por equipe, com o histórico semanal por obra, para você revisar quanto foi pago e em quais itens esse custo caiu.
Comece hoje com a Matterial
Do projeto à obra, com clareza. Teste grátis, sem cartão.