Cada manobra com seu folio: da ligação ao pagamento, sem perder nada no caminho
Cote pelo tarifário na primeira ligação, despache o dia guindaste por guindaste, sele a espera faturável com hora assinada e cobre com os vencimentos à vista.
O módulo de Serviços é a torre de controle de uma empresa de guindastes ou de máquinas com operador. Cada serviço nasce com folio quando o telefone toca: cliente, máquina com foto, destino com endereço real e preço do tarifário — por hora, por manobra ou por quilômetro, com o adicional noturno e de domingo aplicado sozinho. A cotação viaja por link com a sua marca e o cliente aceita do celular, sem conta. No dia da manobra, o operador sela saída, chegada e início com hora real; o boletim fecha com horas, assinatura na tela e a espera faturável discriminada; e a cobrança converte o boletim em fatura com dias de crédito e semáforo de vencidos. No fim, cada serviço conhece seu custo e sua margem.
Qual problema resolve
A operação de um guindaste costuma viver em três lugares que não se falam: o caderno do despachante, o WhatsApp do operador e a memória do dono. O preço é dito de improviso e a mesma manobra é cobrada diferente conforme quem atende; a hora de chegada e o tempo de espera são discutidos sem evidência; o boletim de papel se perde entre a obra e o escritório; e a fatura sai dias depois, quando o cliente já está pensando em outra coisa. Ninguém sabe ao certo quais manobras deram dinheiro e quais empataram — ou perderam — depois de diesel, operador e pedágios.
Como funciona
Registre o serviço na ligação
Cliente, máquina, origem e destino com endereço real, data e hora. O tarifário resolve o preço pela modalidade — a distância é calculada até o endereço informado — e se a manobra cai à noite (22h–6h) ou no domingo, o adicional acende visível antes de confirmar.
Envie a cotação por link
O folio viaja pelo WhatsApp com o seu logo e as linhas discriminadas com imposto. O cliente vê e aceita do celular, sem criar conta.
Despache e sele as horas
A vista de Despacho mostra o dia inteiro guindaste por guindaste. O operador marca do celular: saí da base, cheguei ao local, comecei a manobra — o que fica entre chegar e começar é espera faturável ao cliente, com hora assinada.
Feche o boletim e cobre
Horas reais, quem recebeu e assinatura na tela. A espera faturável entra discriminada como linha própria. Na Cobrança, o boletim vira fatura com dias de crédito e o semáforo mostra o que está por vencer e o que já venceu, por cliente.
O que inclui
- Tabela de operação com milhares de serviços: folio, cliente, máquina com foto, estado e total
- Despacho do dia inteiro, guindaste por guindaste: folgas e sobreposições de relance
- Tarifário por tipo de máquina e modalidade: por hora, por manobra ou por quilômetro com distância calculada
- Adicional automático noturno (22h–6h) e de domingo, visível antes de confirmar
- Cotação com folio por link público com sua marca: o cliente aceita sem conta
- Selos de operação com hora real: saída da base, chegada ao local, início da manobra
- Espera faturável ao cliente com evidência: entra no boletim como linha discriminada
- Boletim de fechamento com horas reais e assinatura na tela
- Cobrança com fatura, dias de crédito e semáforo de vencidos por cliente
- Custos por serviço (diesel, operador, pedágios) e margem por manobra e por cliente
- Ficha por serviço: diário, requisitos da manobra, fotos e documentos
Como uma empresa de guindastes funciona por dentro
O preço sai do tarifário, não do humor do dia
A primeira ligação define o negócio: o cliente quer um preço já, e dizê-lo de improviso significa que a mesma manobra é cobrada diferente conforme quem atende. O tarifário resolve isso uma vez: por tipo de máquina você define a tarifa por hora, por manobra ou por quilômetro, e ao registrar o serviço o preço se monta sozinho — a distância é calculada até o endereço real do destino, não no olho.
Os adicionais deixam de ser negociação: uma manobra entre as 22h e as 6h, ou no domingo, acende seu adicional automaticamente e o mostra antes de confirmar. O despachante ainda pode ajustar o preço final à mão, mas todos partem da mesma base.
A cotação nasce com folio e viaja por link com a sua marca: linhas discriminadas, imposto calculado ao centavo e um botão para aceitar do celular. Sem PDF anexo, sem conta, sem atrito.
- Tarifas por tipo de máquina: hora, manobra ou quilômetro
- Distância calculada até o endereço real do destino
- Noturno e domingo acendem sozinhos, visíveis antes de confirmar
- Cotação com folio, link com marca e aceite sem conta
A espera faturável se cobra com evidência, não com discussão
A disputa clássica do ramo: o guindaste chegou às 9, a frente ficou pronta às 11, e o cliente não quer pagar essas duas horas. Sem evidência, ganha quem grita mais alto. Aqui o operador sela três momentos do celular — saí da base, cheguei ao local, comecei a manobra — e cada selo fica no diário do serviço com hora real.
O que fica entre chegar e começar é espera faturável ao cliente, e o sistema a calcula sozinho. Ao fechar o boletim, essa espera entra como linha própria — "Espera faturável — 2 h × tarifa" — discriminada no link do cliente. Não é uma cobrança surpresa no final: é uma linha explicada, respaldada pelas horas seladas.
O boletim fecha com as horas reais, quem recebeu e a assinatura na tela. O papel que se perdia entre a obra e o escritório não existe mais: o boletim É a ficha.
- Três selos com hora real: saída, chegada, início da manobra
- A espera entre chegada e início se calcula e se fatura sozinha
- Assinatura na tela: sem papel para perder
- O cliente vê a espera discriminada no link, não na surpresa
Cobrança e margem: saber quais manobras dão dinheiro
Faturar dias depois mata a cobrança. Aqui o boletim fechado vira fatura na hora, com os dias de crédito do cliente, e o semáforo da Cobrança mostra o que está por vencer e o que já venceu — a ligação de cobrança sai de uma lista, não da memória.
Do outro lado da margem estão os custos: cada serviço registra diesel, operador, pedágios e diárias — vários se calculam sozinhos com as tarifas de custo que você configurar — e os compara contra o faturado. A resposta a "essa manobra deu dinheiro?" existe por serviço e por cliente.
E como a máquina é a mesma do módulo de Máquinas, tudo se cruza: o serviço pega a foto e a disponibilidade da ficha do ativo, e as horas trabalhadas alimentam o mesmo histórico.
- O boletim vira fatura com dias de crédito, na hora
- Semáforo de vencidos por cliente: a cobrança sai de uma lista
- Custos por serviço e margem por manobra e por cliente
- Integrado com Máquinas: mesma máquina, mesma ficha
Um cenário por perfil
O telefone toca às 7h40. Registra cliente, máquina e destino enquanto fala; o tarifário propõe o preço com o adicional de domingo aceso. Envia o link da cotação pelo WhatsApp antes de desligar e o cliente aceita cinco minutos depois.
Marca "saí da base" ao partir e "cheguei ao local" às 9h05. A frente não está pronta: a espera corre sozinha. Às 10h40 marca o início da manobra e, ao terminar, fecha o boletim com as horas e a assinatura do encarregado na tela do celular.
Abre a Cobrança na segunda: duas faturas vencem nesta semana e uma já passou — as ligações saem dessa lista. Na margem por cliente descobre que as manobras de um cliente frequente empatam por causa dos pedágios, e ajusta a tarifa de quilômetro.
Para quem é
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Perguntas frequentes
Como se calcula o preço por quilômetro?
Você informa o endereço real do destino e a distância é calculada a partir da sua base; a tarifa por quilômetro do tipo de máquina faz o resto. O preço proposto sempre pode ser ajustado à mão antes de enviar a cotação.
Os adicionais noturno e de domingo são automáticos?
Sim. Uma manobra programada entre as 22h e as 6h, ou no domingo, acende seu adicional sozinha e o mostra antes de confirmar o serviço. Uma regra só, igual para todos os despachantes.
O que é a espera faturável?
O tempo entre o guindaste chegar ao local e a manobra começar — normalmente porque a frente não estava pronta. Como os dois momentos ficam selados com hora real, essa espera é faturada como linha discriminada, com evidência.
O cliente precisa de conta?
Não. A cotação e o acompanhamento da manobra viajam por link público com a sua marca. O cliente abre, vê e aceita do celular.
Posso ver a margem de cada serviço?
Sim. Cada serviço registra seus custos — diesel, operador, pedágios, diárias — e os compara contra o faturado. A margem existe por manobra e por cliente.
Como funciona a cobrança?
O boletim fechado vira fatura com os dias de crédito do cliente. O semáforo mostra a receber, por vencer e vencido, por cliente, e a ligação de cobrança sai dali.
Cada operador conta como usuário do plano?
Não. O Operador de guindaste não ocupa vaga de usuário: ele abre os serviços do dia e o boletim pelo celular, sem tarifas nem margens. Mesmo no plano Free com todos os usuários ocupados, você pode convidá-lo. O despachante, que orça com preços, ocupa um usuário.
Integra com o módulo de Máquinas?
Sim: é a mesma frota. Máquinas é a ficha do ativo (horímetro, manutenção, custo por hora); Serviços é a operação comercial com operador. O serviço pega a foto e a disponibilidade da máquina da sua ficha.
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