Seu quantitativo pronto para orçar
Concreto, aço, bloco e acabamentos detalhados a partir dos seus projetos, prontos para precificar.
O levantamento de quantitativos do Matterial pega seus projetos e gera um detalhamento estruturado de volumes e quantidades —concreto, aço, bloco e acabamentos— organizado por etapa e serviço. É um quantitativo organizado e editável que serve de base direta para o orçamento, sem a planilha interminável nem a contagem na mão.
| Insumo | Unidade | Quantidade |
|---|---|---|
| Concreto f'c=250 | m³ | 148.5 |
| Aço de reforço | ton | 12.4 |
| Fôrma comum | m² | 620 |
| Parede de bloco | m² | 385 |
| Contrapiso de concreto | m² | 210 |
Qual problema resolve
O levantamento tradicional é feito em planilha, serviço por serviço, e consome dias inteiros. Um volume mal contado se arrasta até o preço final e corrói a margem; e como cada um levanta do seu jeito, comparar o quantitativo entre obras ou entre orçamentistas é quase impossível.
Como funciona
Parte dos seus projetos
O levantamento começa pelos volumes que o Matterial extrai dos seus projetos em PDF ou DWG, já com escala e camadas reconhecidas.
Estrutura-se por etapa
Os volumes são organizados em um quantitativo por etapa e serviço —concreto, aço, bloco, acabamentos— com suas unidades e quantidades.
Você revisa e ajusta
Você vê o detalhamento completo e edita qualquer quantidade ou serviço antes de dar como bom. Você tem a palavra final.
Vai para o orçamento
Com o quantitativo pronto, você alimenta o orçamento com serviços, unidades e quantidades para precificar.
O que inclui
- Quantitativo estruturado por etapa e serviço
- Volumes de concreto, aço, bloco e acabamentos
- Unidades e quantidades prontas para orçar
- Quantitativo editável antes de virar custo
- Base consistente para comparar obras e orçamentistas
- Ponte direta para orçamento e cotações
Como levantar o quantitativo de uma obra a partir do projeto, em detalhe
O que significa levantar o quantitativo de uma obra (e o que é a memória de cálculo)
Levantar o quantitativo é traduzir o projeto desenhado em quantidades mensuráveis: quanto de concreto, quanto de aço, quanto de bloco, quantos metros de acabamento. Essas quantidades são agrupadas por etapa —serviços preliminares, fundação, estrutura, alvenaria, acabamentos, instalações— e, dentro de cada etapa, por serviço, que é a unidade de trabalho com a qual depois se orça e se paga.
Por trás de cada quantidade existe uma memória de cálculo: o detalhamento que justifica de onde saiu aquele volume —o trecho de viga, o pano de parede, a área de piso— peça por peça. Na obra brasileira a memória de cálculo não é luxo: é o que dá suporte ao orçamento base e, mais adiante, a cada medição que se cobra ou se paga. Se a memória de cálculo não fecha, a medição trava.
O levantamento do Matterial estrutura esse trabalho por você: pega os volumes do projeto e os organiza em um quantitativo por etapa e serviço, com sua unidade e sua quantidade. É a sua memória de cálculo organizada e editável, não uma planilha solta que só você entende.
- Etapa: o capítulo da obra (fundação, estrutura, alvenaria, acabamentos…)
- Serviço: a unidade de trabalho dentro da etapa, com sua unidade de medida (m³, kg, m², m, un)
- Memória de cálculo: o detalhamento que justifica de onde saiu cada quantidade
- Quantitativo: o levantamento completo, organizado por etapa e serviço, pronto para precificar
Como levantar o quantitativo de uma obra a partir de um projeto
O ponto de partida é sempre o projeto. Levantar na mão significa abrir o desenho, fixar a escala, ir camada por camada medindo com escalímetro ou marcando áreas sobre o PDF, e lançar cada medida em uma planilha. É um trabalho de dias, e o erro mais caro não é o visível: é o metro cúbico que se contou a mais ou a menos e que ninguém revisa de novo até a obra já ter avançado.
O Matterial começa pelos volumes que extrai dos seus projetos em PDF ou DWG, já com a escala e as camadas reconhecidas. Sobre essa base ele monta o quantitativo: os volumes de concreto, aço, bloco e acabamentos ficam organizados por etapa e serviço, cada um com sua unidade e sua quantidade. Você não digita do zero; você revisa.
E revisar é a parte importante. Você tem a palavra final: vê o detalhamento completo, corrige a quantidade que não bate com o critério do seu escritório, ajusta um serviço e dá como bom o que vai orçar. A máquina faz a contagem tediosa; o critério de obra quem coloca é você.
- Parte dos seus projetos em PDF ou DWG, com escala e camadas já reconhecidas
- Volumes detalhados por etapa e serviço, não um número global sem respaldo
- Cada quantidade é editável antes de dar como boa
- O mesmo critério de levantamento se repete obra após obra, então você compara laranjas com laranjas
Do volume ao preço unitário: por que a contagem decide a margem
Uma quantidade sozinha não é dinheiro; ela vira dinheiro quando você atribui um preço unitário. E o preço unitário de um serviço se monta com três coisas: materiais, mão de obra e, conforme o caso, ferramenta e equipamento. A mão de obra se calcula com a equipe que executa o serviço e sua produtividade —quanto essa equipe avança por jornada—, seja pagando por diária (o dia trabalhado) ou por empreitada (a unidade concluída).
Por isso a exatidão do quantitativo bate direto na margem. Se o volume de concreto vem inflado, você infla material, concretagem e as diárias da equipe que o executa; se vem curto, sua proposta perde para a realidade e o custo extra fica por sua conta. O preço unitário amplifica qualquer erro de quantidade tantas vezes quantos serviços dependam daquele volume.
No Matterial o levantamento não termina no número: é a base de onde parte o orçamento. Cada serviço passa com sua unidade e sua quantidade para o orçamento, onde você atribui o preço unitário —na mão ou a partir dos seus preços salvos— e o valor é calculado sozinho. Você conta uma vez, bem, e essa contagem alimenta tudo o que vem depois.
- Preço unitário = materiais + mão de obra (+ ferramenta e equipamento)
- Equipe e produtividade definem quanta mão de obra cada serviço leva
- Diária (o dia pago) ou empreitada (a unidade concluída): duas formas de custear a mesma quantidade
- Um erro de volume se multiplica em cada serviço que depende dele
O quantitativo como base viva: do orçamento ao avanço
A memória de cálculo não se usa uma única vez. O mesmo detalhamento que sustenta o orçamento base é a régua com a qual você depois mede o avanço. Em obra se distinguem dois avanços: o físico —quanto se executou de cada serviço, na sua unidade— e o financeiro —quanto disso já foi cobrado ou pago—. Ambos são lidos contra as quantidades levantadas: sem uma memória de cálculo clara, você não sabe se os 60% que a residência de obra reporta são 60% da obra ou 60% do dinheiro.
Quando o quantitativo vive ligado ao projeto, uma alteração de projeto não te obriga a refazer tudo na mão: você ajusta onde mudou e o detalhamento se mantém consistente. Essa rastreabilidade —do projeto ao serviço à quantidade— é o que permite defender uma medição diante do cliente ou da fiscalização sem discussões intermináveis.
Por isso o quantitativo do Matterial é o ponto de partida, não uma ilha: passa para o orçamento e, dali, a obra segue para cotação, cronograma, compras e controle de custos com a mesma quantidade de origem. Uma única memória de cálculo, coerente da proposta ao encerramento.
- Avanço físico: quanto se executou de cada serviço, na sua unidade
- Avanço financeiro: quanto disso já foi cobrado ou pago
- Ambos são medidos contra as quantidades da memória de cálculo
- Quantidade de origem consistente do orçamento ao controle de custos
Levantar em planilha e WhatsApp vs. com o Matterial
Como muda o trabalho de levantar o quantitativo de uma obra quando você larga a planilha e as fotos por mensagem.
| Hoje (planilha e WhatsApp) | Com o Matterial | |
|---|---|---|
| Ponto de partida | Medir o projeto na mão com escalímetro ou marcando o PDF | Volumes extraídos do projeto em PDF ou DWG |
| Tempo de levantamento | Dias por obra, serviço por serviço | O detalhamento chega montado; você revisa e ajusta |
| Organização | Cada um com seu modelo e seus critérios | Quantitativo estruturado por etapa e serviço, igual em cada obra |
| Erros de volume | Um dado mal contado se arrasta sem ninguém perceber | Você revisa o detalhamento completo antes de dar como bom |
| Memória de cálculo | Planilhas soltas que só quem fez entende | Memória de cálculo organizada e editável, ligada ao projeto |
| Passagem para o orçamento | Redigitar serviços e quantidades | Passam direto para o orçamento com unidade e quantidade |
| Uma alteração de projeto | Refazer na mão as planilhas afetadas | Você ajusta onde mudou e o detalhamento se mantém consistente |
| Comparar entre obras | Quase impossível: cada arquivo é diferente | Base consistente para comparar obras e orçamentistas |
Um exemplo de quantitativo (ilustrativo)
Uma residência hipotética para mostrar como se vê um quantitativo resumido por etapa. Os volumes e o valor são inventados para ilustrar o formato do detalhamento; não são preços de mercado nem um dado da sua obra.
Valores hipotéticos, apenas para explicar o formato do detalhamento. O valor depende dos preços unitários que você atribui no orçamento; o Matterial não fixa preços de mercado.
Casos de uso
Chega o convite para uma concorrência com projetos em PDF. Em vez de perder três dias medindo na mão, parte do quantitativo estruturado, ajusta os serviços conforme o critério do escritório e entra no orçamento com as quantidades já respaldadas pela memória de cálculo.
O cliente manda o próprio quantitativo em planilha. Ele confronta contra o detalhamento por etapa e serviço do Matterial para caçar os volumes inflados ou faltantes antes de assinar, não quando a obra já avançou.
Precisa montar a medição do mês. Se apoia na memória de cálculo por serviço para reportar avanço físico contra as quantidades levantadas e sustentar cada volume diante da fiscalização sem discussões.
Antes de pedir o concreto da laje, revisa o volume levantado do serviço para não pedir a mais nem ficar curto no meio da concretagem, e cuidar do desperdício contra o que o projeto realmente pede.
Para quem é
Funciona com o resto da Matterial
Guias para se aprofundar
Termos relacionados
Perguntas frequentes
O que é o levantamento de quantitativos no Matterial?
É um detalhamento estruturado dos volumes e quantidades da sua obra —concreto, aço, bloco e acabamentos— organizado por etapa e serviço, pronto para precificar no orçamento.
Como se levanta o quantitativo de uma obra a partir de um projeto?
Parte-se do projeto: fixa-se a escala, identificam-se os elementos por camada e medem-se comprimentos, áreas e volumes, que são agrupados por etapa e serviço. No Matterial essa contagem começa pelos volumes extraídos do seu PDF ou DWG; você revisa e ajusta o detalhamento em vez de medir cada linha na mão.
O que é a memória de cálculo?
É o detalhamento que justifica de onde saiu cada quantidade —trecho por trecho, pano por pano—. Dá suporte ao orçamento base e a cada medição de obra. O quantitativo estruturado por etapa e serviço do Matterial funciona como essa memória de cálculo, organizada e editável.
De onde vêm as quantidades do quantitativo?
Vêm dos volumes que o Matterial extrai dos seus projetos em PDF ou DWG. O levantamento estrutura esses volumes por etapa para você ir direto para o orçamento.
Que etapas e materiais consegue levantar?
Trabalha sobre os volumes de concreto, aço, bloco e acabamentos que extrai do projeto, organizados por etapa e serviço, cada um com sua unidade e sua quantidade.
Posso editar o quantitativo antes de orçar?
Sim. Todo o quantitativo é editável: você pode corrigir quantidades, unidades e serviços antes de transformá-lo em orçamento.
É um software de orçamento de obra?
Sim. O Matterial levanta a partir do projeto e entrega um quantitativo estruturado por etapa e serviço, editável e pronto para orçar, no lugar da planilha feita na mão.
Serve para preparar concorrências ou licitações?
Sim. Partindo dos projetos da concorrência, você obtém as quantidades por etapa e serviço com seu respaldo, e vai direto para o orçamento montar a proposta.
O que vem depois do levantamento?
O quantitativo alimenta o orçamento com serviços, unidades e quantidades, e daí você pode seguir para cotações, compras e cronograma.
Comece hoje com a Matterial
Do projeto à obra, com clareza. Teste grátis, sem cartão.